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ICMBio barra duplicação da MT-251 em trecho que passa por parque em Chapada dos Guimarães

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Redação Só Notícias (foto: assessoria/arquivo)

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) deu parecer contrário à duplicação da MT-251 no trecho que passa dentro do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães. A informação foi confirmada pela secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística, que informou que avalia os próximos passos para tentar viabilizar a duplicação da rodovia. “O governo de Mato Grosso considera a obra necessária para melhorar o tráfego e garantir mais segurança aos motoristas que utilizam a estrada entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães”, declarou o governo estadual.

As informações foram repassadas pelo secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo Oliveira, ao governador Otaviano Pivetta, nesta sexta-feira. O secretário explicou que o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) reivindicou a responsabilidade do licenciamento ambiental para as obras da estrada dentro do Parque e, então, pediu parecer do ICMBio sobre os projetos. O ICMBio respondeu negativamente à duplicação da estrada.

“Estamos já pensando no próximo passo, pois estamos falando de vidas humanas. Queremos solucionar de vez essa questão da duplicação, pois essa negativa atrasa as obras que fazem parte da melhoria necessária para a população ir e vir com segurança para Chapada dos Guimarães”, disse o secretário.

Além da duplicação, a Sinfra aguarda a liberação do licenciamento para a construção do túnel no Portão do Inferno. Segundo o secretário, as tratativas continuam para conseguir a autorização para o projeto, considerado pelo Governo do Estado como a solução definitiva para garantir a segurança e a fluidez do tráfego na região.

A Sinfra acrescentou ainda que “mantém as ações de monitoramento e controle ambiental previstas nas condicionantes das licenças ambientais já emitidas, como execução dos programas de gestão ambiental, gerenciamento de resíduos sólidos, monitoramento de efluentes líquidos, ruídos e vibrações, emissões atmosféricas, segurança, meio ambiente e saúde do trabalhador, recuperação de áreas degradadas, controle de processos erosivos, monitoramento da supressão de vegetação, conservação da fauna e mitigação de atropelamentos da fauna silvestre”.

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