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Ex-ministro confirma apoio a Pivetta, elogia Mauro e Lula e diz que Fávaro “foi desleal”

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Só Notícias/Wellinton Cunha (foto: Só Notícias/Guilherme Araújo)

O ex-ministro da Agricultura Neri Geller, confirmou, em entrevista na sede do Só Notícias, que pretende ser candidato a deputado federal ano que vem, pelo Republicanos. Recentemente, ele deixou o PP e confirmou que apoiará o atual vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) a sucessão de Mauro Mendes (União). “Nós temos uma obrigação de manter o Estado no caminho que ele está nos últimos oito anos, fazer de oito, 12 anos de progresso”, “precisamos manter de forma efetiva a receita líquida para continuar investindo em obras como a duplicação da BR-163, investir em obras como o asfalto, que foram mais de 6 mil quilômetros, em infraestrutura de ponta, mas também em Educação, que está melhorando”, avaliou.

Na visão de Neri, Pivetta tem a mesma capacidade de Mauro para dialogar com o governo Lula, apesar das divergências políticas e ideológicas, caso o presidente continue no poder. Ele relembrou que enquanto era ministro da Agricultura, no governo de Dilma Rousseff, o município de Lucas do Rio Verde avançou em setores como habitação, com a construção de 9 mil casas populares, sob gestão de Pivetta como prefeito.

O ex-ministro também elogiou Lula pela diplomacia, ao “defender a soberania nacional”, como nas negociações em andamento com o governo norte-americano para renegociar o “tarifaço”, que impôs taxação de 50% em vários produtos exportados pelo Brasil aos Estados Unidos. “Nossa política de desenvolvimento, ela tem que ser uma política racional, uma política de convergência”. “Alckmin e Lula estão tendo cautela, estão pacificando o país, e isso é importante”, disse.

No entanto, Neri não elogiou o ministro de Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, de quem foi secretário de Política Agrícola até o ano passado, após ser afastado do cargo por suspeitas de irregularidades em um leilão de arroz, e fez ressalvas ao avaliar o desempenho dele. Eu acho que na questão do crédito ao agricultor, nós precisaríamos ter mais crédito, isso é um erro que está se cometendo no governo”. “Taxa de juros a 15%, 17% para fazer correção de solo, para comprar máquina é muito caro”, “mas, no restante, eu não vou criticar. O Fávaro tem uma história de 30 anos no setor, eu o conheço, hoje tenho problema pessoal com ele, sim, porque ele foi extremamente desleal e injusto comigo. Agora, isso não quer dizer que eu vou atacar ele como ministro”, ponderou.

Sobre sua candidatura a deputado, ele expôs “que o Estado e o país precisam de pessoas que fazem, e esse fazer não é só fazer só no debate ideológico ou só na conversa de campanha, é fazer de forma pragmática como nós fizemos, para isso conseguir fazer você tem que ter alinhamento e capacidade de diálogo para convencer a maioria”, disse Neri que exerceu mandado de 2019 a 2023 e foi um dos líderes da bancada ruralista.

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