segunda-feira, 27/maio/2024
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Deputados reclamam da postura do governo de MT e prometem endurecer

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Mesmo sendo uma sessão sem grandes acontecimentos, não faltaram criticas ao governo do Estado e a postura de alguns secretários que, segundo os deputados, tratam os mesmos com desrespeito e com mentiras. “Não sou boneco e massa de manobra de ninguém”, disse Antônio Azambuja (PP) sinalizando que se o governo do Estado não quiser o apoio de sua bancada é só comunicar que eles fazem oposição.

O deputado cobrou a liberação de emendas parlamentares e sinalizou que as reuniões com os secretários da Casa Civil, Pedro Nadaf, e de Fazenda, Marcel Souza de Cursi, nada resolveram na relação com os deputados, pois não se cumpre nada. “Vieram aqui, mentiram e continuam mentindo e nada solucionam. Os meus pedidos não são para mim, são para os mesmos eleitores do governador Silval Barbosa”, esbravejou Azambuja que já foi secretário de Estado de Esporte da atual gestão.

Outro descontente, Airton Português (PSD) voltou a despejar críticas contra a Secretaria de Estado de Educação e sua super proteção no governo do Estado por causa do PT. “Não vejo o que o PT contribui para este governo que vai de mal a pior”, explicou o deputado pessedista reconhecendo que vota as matérias do governo e dá sua contribuição mas não recebe o mesmo tratamento em contrapartida.

“Daqui para frente vai ser olho por olho, dente por dente. Se querem tratamento diferenciado vão ter que honrar seus compromissos, porque aqui não se cumpre nada. No interesse do governo é base aliada, quando o interesse é do deputado, do partido ou da sociedade ai a base aliada não serve” disse Antônio Azambuja sinalizando que o governo do Estado leva tudo de barriga, não cumpre nada e ainda prega discurso de unificação.

“Cobra-se fidelidade apenas na hora de votar as matérias de interesse do Estado, quanto as questões são do partido eles não dão satisfação. A Secretaria de Saúde é indicação do PP que não manda nada, não opina nada e não é ouvido em nada. Que raio de aliança é essa de um lado só”, disse Azambuja sinalizando que o secretário de Saúde, Mauri Rodrigues de Lima, mesmo sendo o PP não ouve o partido e não toma as decisões consensualmente.

O líder do governo, Romualdo Júnior (PMDB), correu para tentar colocar panos quentes na fervura dos deputados situacionistas e novamente voltou a garantir que as emendas parlamentar seriam liberadas ainda neste mês, mesmo assim os deputados não acreditaram na postura do líder. “As decisões são do governo, então ele que arque com as consequências. Vamos tentar conversar com o governador Silval Barbosa pela última vez. Se não houver solução vamos procurar nosso caminho e rumo”, explicou.

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