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Deputados mato-grossenses assinam CPMI do Banco Master; “um dos maiores escândalos”, diz Assis

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Só Notícias (foto: assessoria)

O requerimento de instalação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Banco Master também foi assinado por alguns deputados de Mato Grosso. A coronel Fernanda (PL) e o coronel Assis assinaram o pedido e participaram do ato simbólico de protocolo, no Congresso Nacional, hoje.

O requerimento alcançou 280 assinaturas, considerado recorde e que evidencia a pressão do parlamento por apuração de um escândalo que gerou ampla repercussão. Após a mobilização na Câmara, os parlamentares seguiram ao Senado, onde o documento foi oficialmente protocolado.

“Assinei esse requerimento porque o Congresso não pode fechar os olhos diante de indícios tão graves. Quando há suspeita de irregularidades dessa dimensão, investigar não é opção, é dever”, afirmou a deputada. “Estamos falando de dinheiro, de instituições financeiras e da confiança da população. A resposta precisa ser técnica, firme e sem qualquer tipo de blindagem política”, destacou. A coronel Fernanda reafirmou que acompanhará de perto os próximos passos para a efetiva instalação da CPMI do Banco Master. “O país precisa de respostas claras. E uma CPMI forte é o caminho para chegar aos responsáveis e garantir que a verdade venha à tona”.

Assis considerou que “é um dos maiores, senão o maior, escândalo financeiro existente do Brasil. Um banco falecido que estavam sendo negociado por um banco público e que esconde muita coisa, talvez o envolvimento de membros do judiciário, do executivo e do legislativo. E tô falando de altos membros”, afirmou o mato-grossense.

O autor do requerimento, deputado Carlos Jordy (PL-RJ) disse que esse caso deve ser “passado a limpo porque estamos vendo caso de blindagem. Ministro que voou de jatinho (se referindo a Dias Toffoli, do STF que voou em jato cujo dono tem ligação com o Master para assistir jogo de futebol), os irmãos têm envolvimento com resort, na verdade são laranjas do ministro e ele é o relator (da investigação). Por isso, temos que investigar as responsabilidades”, cobrou.

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