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Deputado de MT vota pela quebra de sigilo e convocação de envolvidos no escândalo da Petrobras

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O deputado Nilson Leitão (PSDB) participou da CPMI da Petrobras, ontem à tarde, na qual foi aprovado por 12 votos favoráveis contra 11, o requerimento que pede a quebra do sigilo fiscal, bancário e telefônico entre janeiro de 2005 e maio de 2014 do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto. Ele foi apontado em depoimentos à Polícia Federal e ao Ministério Público, pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa e pelo doleiro Alberto Youssef, como o "operador" do suposto esquema de recolhimento de propina de contratos superfaturados da estatal com fornecedores.

Após a aprovação da quebra do sigilo bancário, o Banco Central notifica os bancos onde Vaccari tem conta, que tem dez dias para enviar as informações relativas às movimentações bancárias. O mesmo prazo deve ser cumprido pelas companhias telefônicas. Na prática, os bancos e as empresas de telefonia têm pedido mais tempo para responder às solicitações da CPMI.

Para o deputado Nilson Leitão é preciso uma investigação profunda, ainda mais diante de um esquema de corrupção dessa grandeza. “É tarefa do Congresso Nacional fazer a fiscalização. Vamos buscar todos os esclarecimentos e investigar a fundo esses escândalos. Precisamos passar tudo a limpo, é isso que a população espera de nós!”

Durante a mesma sessão na Comissão Mista, também foi aprovada a convocação do Renato Duque e do Nestor Cerveró para deporem sobre os esquemas de corrupção. A sessão precisou ser encerrada devido ao início das votações no plenário do Senado, porém, ficou para a próxima pauta a aprovação da convocação do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto e também dos demais 25 presos pela Polícia Federal no âmbito da operação Lava Jato.

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