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Cuiabá tem melhor desempenho na arrecadação de impostos do país

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Cuiabá foi a capital de Estado no Brasil que apresentou o melhor desempenho na arrecadação de receita própria, ou seja, dos impostos municipais, segundo a Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais (ABRASF), em relatório divulgado na 4ª Assembleia Geral realizada dias 10 e 11 de novembro em Manaus, capital do Amazonas.

No comparativo entre 2010 e 2011, lembrando que de 2011 os dados vão de janeiro a agosto, se presenciou um crescimento na arrecadação própria da ordem de 27%, ou seja, nos 8 primeiros meses a arrecadação atingiu mais de R$ 197 milhões em 2011, contra R$ 145 milhões em 2010, uma diferença a maior da ordem de R$ 52 milhões, recursos, que segundo o prefeito Chico Galindo (PTB), estão todos sendo destinados a obras e ações do município em prol da coletividade.

"A sociedade está pagando seus impostos porque vê retorno nas obras e ações como a aquisição de novos maquinários. Fazemos uma administração de inclusão social e não de exclusão da parte mais problemática do município", explicou Galindo, apontando que o relatório é a demonstração de que sua administração faz o dever de casa.

Recentemente, as contas do município de Cuiabá referentes a 2010 foram aprovadas por unanimidade pelo Tribunal de Contas do Estado.

Segundo o Impostômetro, que mede o valor arrecadado pelo governo federal, estados e municípios, até segunda-feira Cuiabá já terá arrecadado R$ 1,290 bilhão, ou seja, quase a proposta de Orçamento 2012 que se encontra em apreciação na Câmara Municipal, que é de R$ 1,3 bilhão.

As arrecadações municipais divulgadas no Impostômetro são obtidas através dos dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) dos municípios que divulgam seus números através da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e dos Tribunais de Contas.

Já para as capitais, o somatório das receitas correntes, incluindo além das arrecadações de tributos municipais (IPTU, ISS, ITBI, Taxas e Previdências Municipais, valores apontados no relatório da ABRASF), o montante das transferências constitucionais realizadas pela União e pelo Estado a que pertença à Capital, bem como outras receitas não tributárias (receitas patrimoniais, industriais, etc).

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