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Câmara discute criação de distrito em Rondonópolis

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A cidade de Rondonópolis deve ter um novo distrito residencial. Pelo menos é o que a Câmara de Vereadores começa a discutir a partir dessa semana. O novo distrito, que entra na pauta, é da região Salmen, que englobaria 40 bairros que vão desde a Vila Mamed até o Parque Universitário. A proposta, inclusive, já foi protocolada na Câmara e pode ser lida na sessão desta quarta-feira. O autor do projeto que cria o distrito é o vereador Adonias Fernandes (PMDB), que foi presidente da União das Associação de Moradores da Região Salmen (Unisal), entidade que congrega todos os bairros do futuro distrito.

O vereador explicou que, com a criação do distrito, a região deve ganhar mais investimentos por parte do Poder Público e também da iniciativa privada. Ele cita, como exemplo, o fato de que seria maior a possibilidade da região Salmen receber investimentos como agência bancária, Conselho Tutelar. “Isso tudo viria para o distrito de forma mais rápida do que se fosse apenas um bairro, vale lembrar que nem agência de Correios temos aqui, o distrito acaba virando referência”, afirmou o parlamentar do PMDB.

A cidade de Rondonópolis, segundo Adonias Fernandes, conta com quatro distritos. O principal é o da Vila Operária, mas ainda há o distrito da Galiléia, da Boa Vista e do Jardim Atlântico. “Esse último distrito precisa passar por um processo de reestruturação, até mesmo porque a região do Atlântico cresceu muito, hoje há o Cidade de Deus e muitos outros bairros naquele distrito”, destacou o vereador do PMDB. O distrito do Jardim Atlântico foi aprovado pela Câmara de Vereadores ainda na década de 90 e foi um projeto de autoria do ex-vereador Ananias Martins de Souza.
O distrito da região Salmen, caso realmente seja consolidado, deve ser o segundo maior do município em termos populacionais, perdendo apenas para o de Vila Operária.

Adonias Fernandes acredita que a fase de tramitação do projeto na Câmara de Vereadores deve durar cerca de 30 dias. “Acho que dentro desse prazo o projeto deve ser votado, aprovado e enviado ao prefeito para sancionar a medida”, completou o peemedebista.

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