O presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (Podemos), disse que o empréstimo de R$ 1,5 bilhão proposto pelo governador Otaviano Pivetta (Republicanos) deve ser votado antes das eleições de outubro. A tramitação foi suspensa após pedido de vista do deputado Lúdio Cabral (PT), que questiona alguns pontos do contrato com a Caixa Econômica Federal, como a taxa de juros e a linha de crédito escolhida.
“Esse é um recurso que, até a aprovação, e a aprovação vai ser após o período eleitoral, deve ficar para o próximo governo definir o que vai gastar, como vai gastar e a forma como vai fazer. Mas o governo, independentemente de quem seja o governador ou não, tem que fazer o planejamento, os acompanhamentos”, disse Max.
Para o presidente, a decisão de fazer o empréstimo é do ocupante do cargo de governador, uma prerrogativa do Poder Executivo, cabendo a ele verificar as condições ideais para a sua contratação. “Essa é uma prerrogativa do Poder Executivo. Ele tem capacidade de financiamento, tem necessidade de investimento, achou no mercado o banco que fez o empréstimo naquilo que o governo entende como sendo interessante. Eu particularmente defendo e sempre vou dar essa autonomia ao Poder Executivo para que possa fazer esse encaminhamento”, concluiu.


