
Aécio prometeu aos líderes empresariais e do agronegócio, além de entidades, "avançar nas parcerias e concessões (para rodovias serem comandadas pela iniciativa privada). Quando for alternativa boa, temos que examilá-la e temos que acabar com preconceito quanto a iniciativa privada em investimentos de logística. A visão ideológica atrasada, se curvou nos últimos anos e agora (algumas) tem sido feitas. Quando se perde muito tempo, temos grande problemas", criticou.
Aécio prometeu melhorar a qualidade dos serviços públicos e reduzir a estrutura do governo. "Vou reduzir pela metade número de ministérios (hoje 39). É um acinte. Transformarei Ministério da Justiça em Ministério da Segurança Pública", acrescentando as mudanças vão proporcionar maior segurança para a população. Ele afirmou que vai probir o contigenciamento de recursos e acusou o governo Dilma de executar apenas 11% dos recursos do fundo penitenciário e cerca de 40% do fundo de segurança. "Vamos apressar reforma do código penal, conduzida no Senado pelo meu colega Pedro Taques, que vai permitir mudanças e mais rigor nas leis". Ele também disse que o governo fez, na Polícia Federal, o menor investimento orçamentário desde 2009 e "não há atenção do governo para equipar a PF. E vamos contar com as Forças Armadas para reforçar segurança na fronteira. Não vamos conceder financiamentos para governos vizinhos que façam vista grossa para tráfico de drogas e armas, que resultam em assassinatos de mais de 26 mil brasileiros", acrescentou.
O candidato a governador, Pedro Taques, o deputado Nilson Leitão, coordenador da campanha de Aécio em Mato Grosso, também estiveram em Sinop e Cuiabá nas mobilizações de campanha.
Aecio deixou Sinop há pouco e seguiu a São Paulo.




