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Polícia manda inquérito ao MP pedindo indiciamento de mandante e executor de personal em Cuiabá

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A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) concluiu o inquérito policial da morte de o personal trainer Danilo Campos, 28 anos, que foi encaminhado, esta tarde, ao Ministério Público Estadual, pedindo o indiciamento dos suspeitos, Guilherme Dias de Miranda, 35 anos, acusado de ser o mandante, e Walisson Magno de Almeida, 27 anos, suspeito de ser o executor.

Os dois foram presos, no último dia 9, por ordem do judiciário e os mandados são de prisão temporária (30 dias). Eles foram localizados em São Paulo (e estariam planejando deixar o país) e recambiados, no dia 16 de março, para Cuiabá. Foi pedida conversão das prisões temporárias em prisão preventivas.

Na investigação conduzida pela delegada,  Alana Cardoso, apenas os dois suspeitos foram indiciados por homicídio qualificado. A delegada salientou que será instaurado inquérito complementar para identificar o segundo homem, que pilotou a motocicleta com o atirador, Walisson Magno, na garupa. A informação é da assessoria da Polícia Civil. O crime, que ocorreu em novembro de 2017, teria motivação passional.

"Com cautela e rigor técnico em cada ato investigativo, sob comando da delegada de polícia Alana Cardoso, todas as prováveis hipóteses de motivação do crime foram apuradas à exaustão. No fim dos trabalhos restou comprovado que Guilherme Dias de Miranda, 35, seria o responsável por arquitetar o assassinato. Segundo testemunhas, o suspeito é conhecido pela agressividade e arrogância no trato com as pessoas. Motivado por ciúmes da companheira, Ane Lise Hovorusk, ele teria chamado o suspeito Walisson Magno de Almeida, 27, para executar Danilo. Ane Lise chegou a ser presa em Foz do Iguaçu (PR), recambiada para Mato Grosso no dia 24 de fevereiro, mas foi posta em liberdade após colaborar com as investigações e declarar ter sofrido ameaças do ex-companheiro. De acordo com a delegada Juliana Palhares, da DHPP, Guilherme possui antecedentes por estelionato e deu demonstrações de acreditar em sua impunidade – em função do poder aquisitivo que possuía", informou, anteriormente, a assessoria da Polícia Civil.

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