
O delegado Gabriel Costa, informou, ao Só Notícias, que o objetivo é colher provas contra um grupo de empresários, contadores e engenheiros florestais que estavam inserindo dados falsos nos sistemas Sisflora de Mato Grosso e do Pará e Sistema-DOF. “Esse grupo visava a comercialização virtual de madeira extraída de forma ilegal. Eles estavam inserindo dados falsos nos sistemas ambientais, o que permitia que a madeira fosse vendida legalmente. Foi identificado que os investigados causaram prejuízos ambientais estimados em mais de R$ 1 bilhão”, declarou delegado.
“A PF identificou diversas madeireiras fantasmas ou com baixo potencial produtivo que foram constituídas pelos investigados em nome de “laranjas” unicamente para geração e movimentação virtual fraudulenta de créditos de produtos florestais, que posteriormente eram transferidos para empresas situadas em regiões com grande potencial madeireiro, enganando os órgãos de fiscalização e inserindo os produtos com aparência de legalidade no mercado consumidor”, afirmou Gabriel.
Os investigados podem responder por diversos crimes contra a flora, furto e receptação de madeira, lavagem de capitais e falsidade ideológica.
(Atualizada às 11h30)


