
A operação visa desarticular a quadrilha que atua na exploração e remessa ilegal de minérios e pedras preciosas para o exterior. Para encobrir as transações ilegais os investigados utilizavam um salão de beleza.
A PF investigou que o grupo criminoso simulou e apresentou à instituições financeiras movimentações que ultrapassam 6 toneladas de ouro e mais de R$ 400 milhões.
Os envolvidos poderão responder pelos crimes de usurpação de bens da união, de lavagem de dinheiro e por crime contra o sistema financeiro nacional.



