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Polícia apreende R$ 655 mil em espécie em mala durante operação Gerente Fantasma em MT

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Redação Só Notícias (foto: assessoria)

A Polícia Civil confirmou que foram apreendidos R$ 655,3 mil em espécie dentro de uma mala durante a operação Gerente Fantasma, deflagrada hoje para desarticular um grupo criminoso com atuação em diversos crimes na capital mato-grossense. Equipes da Delegacia Especializada em Repressão a Narcóticos (Denarc) cumpriram em Cuiabá e Várzea Grande, nove mandados de prisão preventiva, 10 mandados de busca e apreensão domiciliar com caráter itinerante e oito bloqueios de ativos financeiros no montante de R$ 200 mil.

A investigação apontou a existência de um grupo criminoso estruturado, com vínculos com uma organização criminosa e atuação simultânea nos crimes de tráfico de drogas, estelionatos digitais por meio de plataformas de compra e venda online e na lavagem do produto das atividades criminosas, segundo a polícia. “O principal investigado, apontado como líder do grupo, que, mesmo recolhido em unidade prisional, atuava como gestor financeiro do grupo criminoso, coordenando semanalmente a arrecadação e a distribuição dos lucros entre os integrantes do grupo”.

Apenas na primeira semana de novembro de 2023, o lucro apurado com os golpes digitais alcançou R$ 105,9 mil. A investigação revelou ainda o comércio de diversas substâncias entorpecentes, incluindo pasta base de cocaína, skunk (conhecido como supermaconha) e cocaína refinada, além do controle territorial sobre pontos de venda em múltiplos bairros de Cuiabá.

“Para dissimular a origem ilícita dos valores, o grupo criminoso empregava técnicas sofisticadas de ocultação patrimonial, fragmentação de transferências entre múltiplas contas bancárias, utilização de contas de terceiros como pessoas interpostas e uso de empresas registradas em nome de familiares dos principais investigados”, afirmou o delegado Eduardo Ribeiro, responsável pela investigação, através da assessoria.

As investigações apontaram, ainda, que o grupo criminoso promovia distribuição de cestas básicas à comunidade e organizava eventos esportivos, extraindo lucros adicionais da comercialização de bebidas alcoólicas nos eventos — mecanismos utilizados para construir influência local e dificultar denúncias.

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