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Operação Stop Hate mira suspeitos de ataques virtuais contra secretário, deputado e demais lideranças em MT

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Redação Só Notícias (foto: assessoria)

​​​​A Polícia Civil deflagrou, hoje, em Rondonópolis, a Operação Stop Hate, para cumprir três mandados de busca e apreensão domiciliar e duas medidas cautelares diversas no âmbito de investigações que apuram os crimes de perseguição (stalking), calúnia, difamação e injúria qualificada contra autoridades públicas dos poderes legislativo e executivo. Os ataques são praticados nas redes sociais.

As investigações são conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) e iniciaram após a denúncia que perfis no Instagram estavam realizando manifestações contra a honra de políticos e outras autoridades públicas, extrapolando os limites da liberdade de expressão e incidindo em crimes contra a honra e perseguição. Foi identificada a utilização de perfis em redes sociais para publicação reiterada de conteúdos ofensivos, difamatórios e injuriosos contra as vítimas, com indícios de prática sistemática de ataques virtuais e perseguição digital.

Em uma das publicações do perfil, houve a imputação falsa do crime de homicídio a um secretário municipal de Rondonópolis. Não existe investigação contra ele, informa a polícia. Em outras publicações, foram feitas acusações, sem comprovação, de corrupção contra integrantes do poder executivo, disseminados vídeos e imagens criadas por inteligência artificial tratando as vítimas de forma vexatória.

A investigação também comprovou que o perfil administrado pelos alvos acusou um deputado estadual de ter como “testa de ferro” um secretário de Rondonópolis. A expressão “testa de ferro” é usualmente empregada para se referir a quem utiliza outra pessoa para desenvolver atividades ilícitas, o que gerou abalo à honra do deputado.

Segundo a polícia, foi possível chegar aos responsáveis por uma empresa ligada aos perfis da rede social, nos quais eram divulgadas imagens, vídeos e informações inverídicas e de tom jocoso contra as vítimas. Diante das evidências, foi representada pela expedição das ordens judiciais contra os investigados, posteriormente deferidas pela justiça.

As ordens judiciais incluem buscas em endereços ligados aos investigados e autorização para apreensão e análise de dispositivos eletrônicos, como celulares, computadores e mídias digitais, com foco na preservação de provas e no aprofundamento das investigações. Também foram determinadas medidas cautelares proibindo novas publicações relacionadas às vítimas identificadas, além da proibição de contato entre os envolvidos.

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