
Assim como os demais servidores estaduais, eles queriam 11,28% de reajuste. No entanto, em uma primeira proposta enviada à Assembleia Legislativa, o governo ofereceu 6% parcelados em três vezes. Uma nova proposta foi encaminhada ao Legislativo e aprovada com votos de 13 deputados. Nela o governo prevê o pagamento de 7,36%, sendo 2% em setembro (calculado sobre o subsídio de maio de 2016), 2,68% em janeiro de 2017 (calculado sobre setembro de 2016) e 2,68% em abril de 2017 (com base no subsídio de janeiro de 2017).
A diferença para se atingir o percentual de 11,28% será calculada sob o subsídio de abril de 2017 e paga em duas parcelas: junho e setembro de 2017. O pagamento do residual estará condicionado ao enquadramento na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que fixa um teto de 49% da Receita Corrente Líquida (RCL) aos gastos com pessoal.
Os servidores repudiaram esta proposta, porém, aos poucos, o movimento grevista foi perdendo a força e várias categorias retomaram os trabalhos.
Uma das categorias que permanecem em greve é a dos profissionais da Educação.


