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Condenado por estupro em Sinop é preso após cometer o mesmo crime em Colíder

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Redação Só Notícias (foto: reprodução)

A Polícia Civil de Mato Grosso confirmou a prisão de um homem, de 40 anos, já condenado por estupro em Sinop e investigado por outro caso, ocorrido no dia 28 do mês passado, em Colíder. A prisão ocorreu ontem, pela Polícia Civil do Pará, na cidade de Novo Progresso (PA), após troca de informações entre as duas forças de segurança.

Conforme levantado pela investigação, pela forma de agir, há suspeitas de que possa haver mais vítimas, além das que foram alvos dos ataques nos dois crimes já praticados. “Durante as investigações, conseguimos ligar o caso atual com o de Sinop, ocorrido dez anos atrás, pelo qual ele já havia sido condenado e estava cumprindo a execução da pena. E, pela forma de agir, acreditamos que ele possa ter feito mais vítimas nesse lapso de tempo”, disse o delegado responsável pela investigação em Colíder, Adan Marx Ximenes Coelho.

De acordo com o delegado, a prisão preventiva do investigado já foi decretada. Após a prisão, ele deverá ser ouvido em audiência de custódia no Pará, devendo ser recambiado para a cidade de Colíder, local do último crime praticado por ele.

Segundo o registro, o crime em Colíder ocorreu na área rural da cidade contra uma mulher. Conforme relato da vítima, o criminoso aguardou o marido dela sair de casa para invadir o imóvel. Na ocasião, ela teria sido ameaçada pelo suspeito com uma faca, que anunciou um assalto, amarrou a vítima e, em seguida, praticou o estupro. No decorrer da investigação, os policiais conseguiram levantar a identidade do investigado, que já possuía condenação por estupro na cidade de Sinop, no ano de 2016, com o mesmo modus operandi. Na ocasião, ele invadiu sua residência encapuzado e, munido de uma faca, ameaçou uma mulher, amarrou seus braços e a estuprou. Na ocasião, o criminoso também subtraiu cerca de R$ 500 da vítima.

“Ele atuava como pedreiro, em 2016, e usou dessa atividade para escolher e monitorar a vítima”, explicou o delegado Adan Marx Ximenes Coelho. Diante dos fatos, foram iniciadas diligências com o objetivo de identificar e prender o suspeito, que foi detido 20 dias após o cometimento do crime. Ele chegou a ser condenado pelos crimes praticados e cumpria a execução da pena, quando cometeu o segundo crime.

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