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Assaltante que usava carros de luxo para praticar crimes é novamente preso em Cuiabá

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Um homem responsável por articular e praticar roubos e furtos a mando da organização criminosa desarticulada na operação Mercatore, deflagrada em dezembro passado, pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Cuiabá, teve o mandado de prisão cumprido, hoje, pela Polícia Civil. O suspeito, de 30 anos, foi preso no bairro Santa Cruz, em Cuiabá, por mandado de prisão preventiva, com três veículos, sendo um Honda Fit, um Celta e um Gol. Ele é apontado nas investigações da Polícia Civil como o executor de mais de 200 arrombamentos de veículos, usando geralmente carros de luxo para não levantar suspeita das vítimas.

O suspeito, na companhia de mais dois comparsas, estacionava o veículo próximo a universidades, hospitais, boates, restaurantes e ambientes bem frequentados da capital, para arrombar carros estacionados nos locais e subtraíam  pertences das vítimas, geralmente pastas contendo notebooks e outros equipamentos eletrônicos.

Em fevereiro de 2014, ele foi preso em investigações da Derf, na posse de dois veículos de luxo, uma BMW e um Corolla, encontrados na residência dele no bairro Jardim Leblon. Na ocasião, também foram apreendidos vários produtos como notebooks, óculos de marcas variadas, calculadoras profissionais, equipamentos médico-hospitalar, pendrives, rádios HT, usado para copiar a frequência da polícia e se comunicar com os comparsas.

O bando agia com a intenção de praticar furtos qualificados em veículos (mediante arrombamento), porém, quando eram surpreendidos pelas vítimas, o furto passava para roubo, cujas vítimas eram abordadas com arma de fogo. Nas investigações, a Polícia Civil identificou que o suspeito também usava um VW Beetle nos assaltos.

Para a delegada Elaine Fernandes a prisão novamente de “Quati” é importante por ser um assaltante de difícil identificação em suas ações criminosas e também por ajudar na elucidação de várias ocorrências de arrombamentos de automóveis, que continuaram a ser registradas pelas vítimas, após a soltura do assaltante meses depois de sua primeira prisão. “Ele tem boa estrutura e não fica dando ‘sopa’ por aí”, disse.

A operação Mercatore indiciou 16 membros de uma organização criminosa que fomentava uma série de crimes em Cuiabá. O inquérito foi concluído em os integrantes da quadrilha denunciados pelo Ministério Público Estadual. Na operação, nove mandados de prisão preventiva foram cumpridos, além de 12 conduções coercitivas para interrogatório e 34 buscas e apreensão.

A organização criminosa é acusada de movimentar R$ 1,7 milhão, proveniente da lavagem de dinheiro e comercialização de produtos roubados como cargas de eletroeletrônicos, acessórios e equipamentos de informática.

O grupo responde por crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, receptação qualificada, falsificação de documento particular, falsidade ideológica, uso de documento falso, estelionato, corrupção ativa e passiva.

A informação é da assessoria da Polícia Civil.

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