domingo, 25/fevereiro/2024
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Um breve mergulho no tempo

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Já passou. Como relâmpago, piscou e se foi. Como nuvem acima de nossas cabeças distraídas, atravessou e nem vimos Como num mergulho, voltamos a nos preparar para a imersão, respiramos fundo, nos enchemos de ar renovado e lá vamos nós da superfície do novo ano até as suas profundezas, onde estamos agora, da imersão que fizemos em 2010.

Agora, mergulharemos de cabeça em 2011 e é chegada a hora de pensar em um outro tipo de mergulho, um mergulho profundo dentro de nós mesmos, saindo da superfície que ignora a taquicardia de Gaia, a urgência do amor, a premência da paz e inexorabilidade da vida.

O tempo é implacável e a sensação de que está caminhando mais rápido é experimentada por todos nós e pode ser explicada pela teoria da Ressonância Shumann que é lembrada pelo Frei Leonardo Boff, citando a teoria do físico alemão W.O. Schumann.

Schumann constatou que a Terra é cercada por um campo eletromagnético. E esse campo pulsante tinha uma batida constante, mas que agora se acelera, ou seja, o coração da Terra disparou em função dos desequilíbrios que nós estamos provocando. E com o coração de Gaia, disparou também o nosso tempo.

Para muitos teóricos, Gaia é um super-organismo vivo desestabilizado que vem buscando formas de retornar a seu equilíbrio natural e, como todo organismo vivo, buscará eliminar seus agressores, utilizando todos os mecanismos de autodefesa de que dispõe. E não é preciso ser um grande historiador e cientista, catedrático em fenômenos naturais, para saber quais são esses mecanismos que a nossa mãe Terra tem contra seus algozes. Nossa casa, sabe-se lá até quando, só está reagindo, se defendendo.

E urge que o amor nos assalte para que possamos entender melhor a necessidade do convívio pacífico e harmonioso entre todos os seres vivos.

Como em todo mergulho de profundidade, devemos retornar à superfície lenta e refletidamente e, aproveitando que ainda passaremos pelas comemorações do nascimento Jesus Cristo, lembremo-nos de reencontrar o nosso próprio equilíbrio, nossa harmonia com todos em nosso entorno.

Vamos aproveitar esse último fôlego para, na agonia de respirar novamente, lembrar o quanto é bom fazer o bem, cooperar, agir com justiça, ter paz no coração, e, principalmente, de que dispomos de muito pouco tempo para tudo isso.

Mergulhemos todos então, e, tenhamos um Feliz Natal e se 2010 foi 10, 2011 será 11!

 

Adamastor Martins de Oliveira – cidadão de Mato Grosso
[email protected]

 

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