terça-feira, 5/março/2024
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Madeira: ecologicamente correta, sustentável e não-poluente

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Ao analisar as mais diversas matérias-primas e suas funções nos deparamos com o comparativo que leva a uma conclusão: não existe material mais ecologicamente correto que a madeira de manejo. É importante esse questionamento pessoal e a busca pelas funções de materiais utilizados, por exemplo, em construções, fabricação de carteiras escolares, lápis e até mesmo na geração de energia. Dentre os elementos usados nestas áreas a madeira é o único não-poluente, renovável, orgânico, degradável e serve como adubo para recompor as substâncias perdidas pelo solo. Além disso, a floresta manejada seqüestra carbono.  A partir do momento em que é feita a exploração com manejo florestal, a floresta rejuvenesce, vem com vigor. Madeira de manejo não tem substituto à altura.

É interessante o exemplo de jardins domésticos. Quando uma árvore é podada, suas flores vêm com vigor, saúde, mais beleza. O mesmo acontece na mata quando são extraídas as árvores maduras, que são poucas se comparadas ao contexto geral de árvores que há dentro da floresta. A madeira é altamente renovável, portanto, se compararmos com outros produtos que possam substituí-la, com certeza, não tem nenhum à altura. Afirmo que a sociedade precisa parar e pensar para sanar equívocos em algumas interpretações. Desde os primórdios a madeira faz parte da vida e do meio onde o homem vive. Se nós olharmos ao nosso redor, dentro da nossa casa, na carteira escolar, enfim, ela está presente em tudo, não só nos móveis, mas na construção, no piso, dentre outros. É insubstituível na beleza, no aconchego. É realmente uma das melhores matérias-primas que temos no mundo.

O projeto de manejo florestal é um planejamento para explorar a mata. É feito um levantamento das árvores. Então, são escolhidas as essências que são mais comerciais, as mais maduras e que estão prontas para o abate, para a colheita e, conseqüentemente, o resultado na produção da tora na fábrica será muito melhor.
Antigamente, a exploração era com corte raso, ou seja, derrubava toda a mata. Por isso não havia a recomposição natural da floresta. Agora não. Através do plano de manejo florestal há um estudo feito onde a sustentabilidade é o principal foco do negócio. Você tira as madeiras prontas, maduras e permite que a floresta se recomponha, produzindo novas árvores para daqui há 35 anos haver um novo ciclo de corte. Essa é a forma de sustentabilidade que nós temos nesse tipo de exploração.
O madeireiro precisa ser visto com bons olhos. Hoje já está mudando esta visão sobre o setor.
As pessoas estão parando e enxergando que a única alternativa para salvar a floresta é realmente o uso sustentável através do plano de manejo florestal. Isso é muito benéfico. E essa visão a sociedade toda precisa ter porque realmente acreditamos que é a única maneira de preservação.
 
José Eduardo Pinto é empresário e presidente do Sindicato das Indústrias Madeireiras de Sinop (Sindusmad)

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