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Extinção dos Jesuítas

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Em 1773 Papa assinava a extinção dos Jesuítas

Precisamente no dia 21 de julho de 1773 o Papa Clemente XIV, pressionado pelos governos de Portugal, Espanha, França e sul da Itália, promulgava o documento de extinção da Companhia de Jesus. Do Brasil e das demais colônias portuguesas, Pombal já os expulsara em 1759.

Na época havia 23 mil jesuítas em atividade nas missões, no apostolado educacional, paroquial, seminários de formação do clero, casas de retiro, pesquisas científicas.

O documento do Papa somente produzia efeito, quando autorizada a publicação pelo governante do país. Nos países católicos aconteceu a divulgação e os jesuítas foram expulsos. Na Prússia do rei protestante Frederico II e na Rússia da czarina ortodoxa Catarina II, a publicação não foi promulgada e os jesuítas prosseguiram na missão a serviço do evangelho de Jesus Cristo. Dia 7 de agosto de 1814 outro Papa assinava o documento do renascimento da Companhia de Jesus.
 

Padre Guido Kuhn, Jesuíta, Paróquia Santo Antonio Sinop, ex-diretor do Colégio Anchieta em Porto Alegre, ex-provincial da Congregação Jesuíta Região Sul
[email protected]

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