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A existência da dualidade

Wilson Carlos Fuáh – Economista Especialista em Administração Financeira e Relações Políticas e Sociais em Mato Grosso - [email protected]
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A dualidade deve ser trabalhada para melhorar as nossas atitudes em busca de relacionamentos aceitáveis.
Mas, só atingimos esse terceiro estágio, quando equilibramos as ações impensadas do bem e o mal, e nesse terceiro estado de vida é que encontramos a conquista da harmonia.

Na divisória entre o ofensor e o perdoador, existem dois agentes com características diferentes, e atuando insatisfatoriamente e impessoalmente, cada um no seu estágio com reais características de involução patrocinado pela agressão e o outro que já entendeu a real revolução de aceitação, que é aquele que aprendeu a perdoar, e nessa aldeia, sempre existirão aqueles que negam a realidade do Não Eu, até atingir o outro estágio do Eu mutante e do Sim evolutivo.

Sempre haverá daqueles que estão seguindo tateando a impossibilidade de atingir um sonho qualquer, e por isso, estão entre aqueles que estão a aprender com as derrotas, e que construiu o seu próprio poder de humilde e do aceitamento, sabendo que o imprevisível pode a qualquer momento agir contra ou a nosso favor, e que pode nos transformar num revoltado derrotado ou num elegante e festejado vitorioso.

O Importante é dar o primeiro passo, e sabendo que, em seguida, ao dar o segundo passo, possa aceitar o sucesso esperado com humor e satisfação, olhado para dentro de si próprio, sem ressentimento do seu passado, porque a muito tempo já aprendeu que as suas derrotas aconteceram para lhe preparar em forma de dores libertadora, porém sem serem danosas ou destrutivas contra a nossa possível evolução, e nem por isso, devemos usar a nossa posição de destaque que atingimos – hoje – depois de tantas lutas, e nem por isso, devemos usar as nossas realizações para autopromover, e assim, voltar ao primeiro estágio, e usar dos atos baixos e agressivos para vingar do passado, contra aquele que está desgastado na luta pela sobrevivência, e que por circunstância, foi derrotado pela sequência de escolhas erradas.

O importante é que todas as nossas ações, não sejam danosas contra aqueles que vivem fazendo pactos de sobrevivência no mundo associativo e, porém, cheio de divisões inúteis como riqueza e pobreza, negros e brancos, direita e esquerda, mas o importante mesmo, é aprender com Jesus, a dar a outra face, ainda que não seja agredida pela intolerância, e que em nome da humildade e do perdão, devemos aceitar a aqueles que ainda estão no primeiro passo da caminhada evolutiva da vida.

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