PUBLICIDADE

Tribunais justiça e de contas avaliam regime previdenciário único em MT

PUBLICIDADE

O Tribunal de Contas e o Tribunal de Justiça de Mato Grosso iniciaram as discussões sobre o regime previdenciário único, tema debatido esta semana entre o ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho e o governador Silval Barbosa. Eles assinaram um acordo de Cooperação Técnica para planejar e avaliar a criação de fundos de investimentos e interesse dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS).

A reunião aconteceu na Presidência do Tribunal de Contas entre o presidente do TJ, desembargador Orlando de Almeida Perri, o presidente do TCE, conselheiro José Carlos Novelli, o conselheiro Valter Albano e o desembargador Marcos Machado. A determinação de que todos os poderes devem constituir regime previdenciário único é prevista através da emenda constitucional nº 20 ratificada em 2003.

Segundo explicou o conselheiro Valter Albano, o TCE debate o tema em comissão desde 2007 e em 2009 realizou o 1º Workshop de Direito Previdenciário e Regime Próprio dos Servidores Públicos com diversas palestras para orientar servidores públicos e jurisdicionados sobre a atual jurisprudência previdenciária. “Nos últimos anos ao julgar as contas de Governo do Estado os relatores determinaram aos governadores que provocassem o debate nos demais poderes para que a questão seja resolvida já que se trata de um mandamento constitucional”.

Albano ressaltou ainda que o encontro entre o TJ e o TCE é no sentido de debater uma proposta de modelo previdenciário já que cada poder e cada órgão público “tem uma situação particular e todos possuem direitos assegurados. Eu digo que mesmo assim é possível que exista um sistema previdenciário único desde que sejam definidas regras de transição e futuras. Já existe um ante projeto discutido na Assembléia Legislativa. O esforço do TCE e do Governo do Estado é que seja debatido por todos os poderes em regime de urgência”, disse

A primeira reunião entre o TJ e o TCE-MT para discutir o regime próprio previdenciário foi considerada pelo presidente do TJ, desembargador Orlando de Almeida Perri como proveitosa e que dará início a uma avaliação quanto aos diversos modelos que podem ser adotados. “Já agendamos uma nova reunião para apresentar os estudos aos demais membros do TJ e funcionários e deveremos chegar a um acordo que trata do futuro e da sobrevivência de servidores da Justiça”, disse. Perri lembrou que o TJ ainda é superavitário.

Valter Albano ressaltou na reunião que a questão previdenciária em Mato Grosso tem gerado um deficit crescente ao Estado e o valor a ser pago é maior que o arrecadado. “Por esse motivo o Ministério da Previdência e o Governo do Estado pedem a maior urgência e que ocorra uma definição ainda este ano. É preciso equilibrar as contas da previdência e assegurar o direito de todos os aposentados e pensionistas como também daqueles que serão aposentados no futuro”, comentou. Estima-se que o deficit futuro da previdência de Mato Grosso será de R$ 14 bilhões. Em 2011 o deficit corrente da folha de pagamento do Estado chegou a R$ 350 milhões ano.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Mais notícias
Relacionadas

Sinop: motociclista perde o controle, bate em poste e fica ferido

O acidente de trânsito com uma Yamaha Crypton azul...

Incêndio atinge quitinete em Sinop

Um imóvel de alvenaria foi avariado pelas chamas, ontem...

Com vagas na área da saúde, terminam 2ª inscrições de seletivo no Nortão

A etapa de inscrições em processo seletivo simplificado na...

Primeira dama Virgínia Mendes tem alta e retorna para Cuiabá

A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, recebeu alta...
PUBLICIDADE