
Sorriso tem pouco mais de 2,6 mil quilômetros de malha viária não asfaltada (rodovias estaduais e estradas municipais), e segundo o secretário, as chuvas danificaram grande parte deles. “O que temos feito agora é tudo com recursos próprios, óleo diesel, máquinas, mas está complicado. Já mexemos em algumas estradas para garantir o tráfego, mas é temporário. Nas rodovias estaduais nem vamos mexer agora. Estamos vendo o que é prioridade”, destacou ao Só Notícias.
Romélio afirmou que em alguns casos é feita parceria com produtores rurais. “Mas do Fethab (Fundo de Transporte e Habitação) nada. Acho que nem deveria ser criado, porque nunca vimos e nem recebemos desse imposto, é um absurdo ser cobrado. Tudo que temos feito é por conta própria, também nem recebemos nada ainda do governo federal, sobre a situação de emergência (devido as chuvas)”, criticou.
A expectativa de apoio imediato é pouca, mas a médio prazo, fica por conta das mudanças na lei do Fethab, que prevê 50% da arrecadação estadual para os municípios, mas só entra em vigor a partir de 2015. Amanhã, Associação Mato-grossense dos Municípios divulga o índice preliminar de divisão para as cidades, com base em mapas e dados das estradas enviados.


