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Sorriso avalia recuperar área de 10 hectares e criar local adequado para resíduos e reaproveitamento

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Sorriso avalia a proposta de recuperar uma área de dez hectares, que está degradada, e implantar um local apropriado  para a destinação correta do resíduo e reaproveitamento. As etapas do projeto foram debatidas, hoje, na prefeitura, Atualmente, Sorriso produz cerca de 2,5 mil toneladas mensais de entulhos de construção civil.

O modelo de gestão apresentado, hoje, por uma empresa que atua no setor,  aponta como benefícios a reciclagem do resíduo da construção civil em que é possível obter areia reciclada e brita corrida para serem reutilizados em obras; ou, ainda, pedra nº 1, usada na recuperação de estradas vicinais. O engenheiro sanitarista e ambiental, Alexandre Souza, explica que para isso tudo material para por uma fase de separação antes de ser triturado e moído.

“O projeto também prevê a opção de trabalhar com o material volumoso, resultante de poda de árvores e com a própria galhada para a confecção de um composto para hortas, por exemplo”, explica, através da assessoria.

O modelo de gestão prevê ainda a instalação de eco pontos de até 1m³ (um metro cúbico) em pontos estratégicos da cidade para o descarte tanto de resíduos de construção civil quanto de materiais volumosos, quanto de limpeza de terrenos e de utensílios inservíveis como móveis quebrados. Souza acrescenta que o plano vem sendo montando especificamente para Sorriso há oito meses.

De acordo com estudos, a projeção é que o setor civil cresça cerca de 2,9% ao ano nos próximos 30 anos. A perspectiva da administração municipal é “destinar esse resíduo de forma correta. Sabemos que o município está em ampla expansão, consequentemente, o setor da construção civil também avança. Por isso, estamos buscando alternativas viáveis tanto economicamente quanto sustentáveis para o setor e para o município”, explica o secretário de Administração, Estevam Hungaro.

Para aliar o crescimento com alternativas sustentáveis, a prefeitura buscou estudos de caso em todo o país e conheceu cidades em que o resíduo é moído e reaproveitado.

Estevam acrescenta que com o projeto, agora a prefeitura parte para a próxima etapa. “Com o levantamento das necessidades e o projeto em mãos, vamos analisar e fazer as adequações necessárias para darmos continuidade e celeridade ao processo licitatório com o chamamento de empresas que queiram se candidatar à execução do projeto”, ressalta. “Estamos preocupados e comprometidos em buscar soluções ambientais e também viáveis economicamente para a nossa população”, reforça o secretário.

 

 

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