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Sinop: prefeitura, engenheiros e donos de imóveis antigos discutem amanhã medidas da regularização predial

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Redação Só Notícias (foto: Só Notícias/Lucas Torres)

A prefeitura definiu para esta quinta-feira, às 8h, na câmara, reunião sobre a regularização predial. O presidente da Associação dos Engenheiros do Norte de Mato Grosso (Aenor), Bruno Rodrigues dos Santos, diz que vão ser abordadas as soluções para as construções mais antigas atenderem às exigências da lei que foi atualizada. “Que hoje não cumprem, por exemplo, o código de obras”,”como fazer diagnóstico, de como vai organizar”, detalhou. “A temática deve ser a regularização. Hoje, já se tem o código de obras. Já se tem o plano diretor para novos prédios”. “Acessibilidade, desde a parte física, como também na questão de ventilação, vagas de estacionamento”. “Hoje, para ter um alvará, é preciso habite-se da edificação. No passado, não se cobrava isso. Você foi lá, montou sua empresa, pediu seu alvará e colocou seu endereço. Era confirmado que o endereço existia e era liberado seu alvará. Hoje em dia, para ter o alvará da sua empresa, você precisa ter o alvará da sua edificação. Ter a certeza de que a edificação está correta, para exercer o comércio”, acrescentou Bruno, em entrevista ao Só Notícias.

Bruno argumenta que “algumas edificações passam por essa dificuldade, que são muito antigas, então não têm acessibilidade. Por exemplo, se você tem um prédio de três andares, mas que não tem como um cadeirante subir. Essas situações devem ser tratadas nessa reunião”. O engenheiro explica que ainda há dúvidas. “Muitos arquitetos, engenheiros e até os comerciantes têm dúvida porque ainda não sabem como irão executar essas tarefas, como a lei vai aplicar”.

Com o progresso deste processo de regularização, Bruno disse acreditar “que vai se equilibrar questões de acessibilidade O caso da avenida Júlio Campos, que tem 30 anos de avenida. Você fala que a pessoa vai redimensionar, que vai quebrar um apartamento para colocar uma rampa, eu acho que isso não vai acontecer. Mas eu acho que a orientação e a forma de reduzir esses impactos, tanto de acessibilidade, como impacto de ter ambientes salubres, que respeitem o código de obras, sim, é um avanço, que vai acontecer na cidade e Sinop precisa disso”, disse. “Já foi a época em que a pessoa construía de qualquer jeito, sem seguir regras. Acho que Sinop precisa sim de uma lei que proteja tanto o usuário, quanto o comerciante”. Ele explica que mudanças são necessárias, porém, “é um processo lento”. “Você tem barreiras. Você tem pessoas que têm imóvel há 30 anos. Ele vai questionar, naquela época não tinha como eu aprovar projeto. Naquela época, não era cobrado dele ter o elevador, ter a rampa. Então, abre essa discussão. Ele não estava errado naquele momento, mas as coisas mudaram, e o comércio acaba tendo que se adaptar. É um avanço, mas dá trabalho”, concluiu.

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