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Sinop: protetora voluntária de animais pede ajuda para tratamento de animais resgatados

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Redação Só Notícias (fotos: reprodução)

A protetora de animais voluntária, Laura Rockenbach, está arrecadando recursos para custear o tratamento de cachorros e cães que estavam em situação de rua e foram resgatados. Laura detalhou, ao Só Notícias, que esses animais estão recebendo atendimento em clínicas veterinárias da cidade. Segundo ela, atualmente o valor é de R$ 19,2 mil, com possibilidade de aumentar, considerando que os resgates são diários. Há uma vaquinha online e, até o momento da publicação, havia sido arrecadado R$ 1,9 mil, através de 39 doações. Para acessar, basta clicar no link.

“Tudo começou com um cachorro. A partir disso, fui conhecendo pessoas que estavam no mesmo ritmo, ajudando aqui, ajudando ali, e quando percebi, a causa já fazia parte da minha vida. Com o tempo, vieram as parcerias com clínicas veterinárias, que abraçaram essa luta junto comigo”, explica.

Laura detalha que, ao longo dos anos, já foram mais de 150 animais resgatados – entre cães e gatos. “Alguns, infelizmente, não resistiram. Outros estão adotados e vivendo uma nova realidade. Também existem casos de gatos que não se adaptam à convivência humana e, por isso, após a castração, são devolvidos ao local de origem, evitando a procriação e mais sofrimento nas ruas”, explica.

Ela cita o caso de dois cães, Atlas (sem raça definida) e Nala (chow chow). “Atlas foi atropelado, operou a coluna e a perna, perdeu os movimentos e hoje é paraplégico. Lutamos, arrecadamos para a fisioterapia, fizemos tudo o que estava ao nosso alcance. Mas a resposta foi dura: a recuperação dele agora só seria um milagre”, relata. “Nala está enfrentando um dos processos mais longos que já tivemos. Faz quimioterapia semanal contra o TVT e também tem o quadril luxado. Assim que o tratamento permitir — quando a imunidade não estiver mais em risco —, ela será sedada, fará radiografia, cirurgia no quadril e será castrada. Uma batalha por vez”.

Também há o caso de Galego, um shih tzu “que segue internado em tratamento de gengivite, esperando por um lar. Um Shih-tzu velhinho, abandonado e possivelmente atacado, já está recuperado, mas também segue esperando alguém enxergá-lo”.

Atualmente, três famílias ajudam com lares provisórios. “Uma, 9 cães, ao qual eu também preciso castrar algumas fêmeas lá”. “Na outra, entre 6 e 7 fêmeas, que também precisam ser castradas, e nessa casa tenho ajuda com gatos”. Laura explica que esses lares provisórios ajudam ela no pós-operatório. Ela explica ainda que, além de ração, recebe gatos recém-nascidos”. Já na última casa, “tenho 2 filhotes pretos de cachorros e ajudo com ração”, disse.

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