
De acordo com a assessoria, a ação de fiscalização teve início no mês de agosto, quando cerca de 29 estabelecimentos de ensino foram visitados e noticiados para a apresentação das listas, assim como os valores das mensalidades que pretendem cobrar no próximo ano.
O assessor jurídico do Procon, Bruno Hintz, explica que o governo prevê um aumento para o setor da educação, então eles entraram solicitando os valores atuais para saber se os valores futuros não estarão com acréscimos abusivos.
Já em relação às listas, Hintz explica que é a mesma preocupação de sempre, saber se o aluno não está sendo obrigado a levar materiais de uso coletivo. O que por lei não pode ser pedido.


