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Sinop: jurados acatam tese de legítima defesa e absolvem homem acusado de homicídio

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Charles Roberto Kothe, 44 anos, foi absolvido pelo júri popular, há pouco, da acusação de matar com dois tiros Valmir Nunes Pereira nas proximidades de um bar, no bairro Jardim Botânico, em janeiro de 2009. A maioria dos jurados entendeu que Charles, julgado por homicídio qualificado, agiu em legítima defesa. Ele não chegou a ser preso na época e aguardava o julgamento em liberdade.

Durante o processo, Charles prestou depoimento confessando o crime. Ele explicou que havia um desentendimento com a vítima porque, alguns anos antes, havia sido chamado para fazer uma reforma em um trator da vítima, mas que “devido ao estado da máquina, não conseguiu fazer os consertos rapidamente”.

No dia do crime, ele disse que estava no bar quando Valmir e mais algumas pessoas chegaram. No momento em que saía, “a vítima e seus amigos foram atrás, falando em voz alta que era para fazerem um acerto porque ele não era homem de deixar isso barato, o xingando e dizendo que iria matá-lo”.

Ele contou que entrou rapidamente em seu carro e pegou um revólver embaixo do banco, tendo atirado algumas vezes de dentro do carro, antes de fugir “sem saber que a vítima morreu”. A versão dele foi semelhante a das testemunhas. O dono do bar afirmou que “Charles chegou, pediu uma cerveja, tomou, pagou e saiu e, logo em seguida, saíram umas três ou quatro pessoas que não conhecia. Mais tarde ficou sabendo do homicídio pela chegada da polícia e dos bombeiros”.

Outra testemunha disse ter visto a vítima ameaçando “matar Charles, sendo que logo após ouviu disparos de arma de fogo e ao se levantar viu o acusado saindo”.

Valmir não resistiu aos ferimentos e faleceu no local.

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