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Sinop: estrada volta a ser interditada durante protesto devido ao fogo no lixão

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Moradores da comunidade Nossa Senhora de Fátima e catadores de produtos descartáveis bloquearam, pelo segundo dia, o tráfego na estrada Alzira, impedindo a passagem dos caminhões que levam lixo até o lixão e veículos com entulhos. A cobrança é que a prefeitura apague o fogo na imensa quantidade de resíduos para eles possam voltar a coletar o que é reciclável.

O morador Aldaírton Carlos Piareski disse, ao Só Notícias, que o fechamento da estrada deve continuar por tempo indeterminado. “Só vamos permitir a passagem dos veículos com lixo, quando a prefeitura cumprir com  a promessa de apagar o fogo no lixão, ou com uma liminar da justiça”.

A Polícia Militar foi chamada para acompanhar a manifestação e avaliou que, por enquanto, não há obstrução da estrada para outros veículos, que o tráfego está impedido apenas para os caminhões carregados com lixo e acompanha o desenrolar do manifesto

O secretário Marcos Lopes disse, que os caminhões que fazem a coleta do lixo no município estão parados,  aguardando o parecer da justiça, que deve ser emitido ainda hoje. O departamento Jurídico do Executivo foi acionado para tomar as providências visando liberar o acesso dos caminhões coletores.

Esta é a segunda vez que a estrada de acesso ao lixão é fechada. Conforme Só Notícias já informou, o primeiro protesto ocorreu em julho também porque havia sido ateado fogo e a fumaça impedia muitos catadores de trabalhar. A fumaça também apresenta riscos de atrapalhar na visibilidade de aeronaves que pousam e decolagem no aeroporto de Sinop. E também incomoda moradores da comunidade e bairros nas proximidades.

A prefeitura havia conseguido, na justiça, prazo até o dia 1º de dezembro passado para continuar destinando resíduos nos lixões do município, como, por exemplo, o da estrada Adalgisa, após o judiciário ter determinado para suspender o envio de resíduos para o lixão. A justiça também havia anulado licitação para destinar o lixo para uma área em Sorriso, onde há aterro sanitário. A prefeitura foi obrigada e refazer o processo licitatório  ( e espera propostas até dia 12) porque o anterior continha irregularidades e, enquanto isso, foi concedido outro prazo para os resíduos voltarem a ser levados para o lixão. A cobrança é para acabar com depósitos irregulares e o lixo ser levado para aterros com destinação ambiental correta.

O edital de licitação para contratar uma empresa especializada em transporte e destinação de resíduos sólidos urbanos, domésticos e comerciais (com características domiciliares) foi lançado no final do mês passado. A abertura das propostas está prevista para o dia 12 de dezembro. A prefeitura prevê um gasto de R$ 17 milhões em um ano, valor que será subsidiado pela cobrança da taxa de lixo, já instituída em lei.

(fotos: Só Notícias/Luiz Ornaghi)

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