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Secretaria confirma que Cuiabá seguirá plano nacional e traça estratégia para vacina contra a Covid

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Redação Só Notícias (foto: Gustavo Duarte/assessoria)

A secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá informou, esta manhã, que já está se preparando para receber e ofertar a vacina contra a Covid à população, assim que o Ministério da Saúde definir o plano nacional de imunização, com a escolha do imunizante que será adquirido e dos grupos prioritários que receberão as primeiras doses.

Conforme o plano preliminar de vacinação do Ministério da Saúde, a imunização da população será de responsabilidade da União, dos Estados e dos municípios, cabendo às gestões municipais coordenar e executar as ações de vacinação, gerenciar o estoque de vacinas e insumos (armazenamento e transporte para os locais de uso), descartar e dar a destinação final correta aos frascos, seringas e agulhas utilizados, alimentar e gerenciar o sistema de informação do plano nacional de imunização.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica de Cuiabá, Valéria de Oliveira, afirmou que a aquisição é de competência do Estado, mas é de praxe nas demais campanhas o Ministério da Saúde enviar esses materiais. “Vamos sentar com a atenção básica para projetar cenários e definir quais unidades vão oferecer a vacina porque também vamos precisar de uma segurança reforçada, já que, diante dessa pandemia, a vacina estará muito visada”, explica.

Através de um convênio entre a Secretaria Municipal de Ordem Pública e a Secretaria de Estado de Segurança Pública, policiais militares exercem suas funções a serviço da prefeitura de Cuiabá de forma remunerada em seus horários de folga, a chamada atividade delegada. São esses policiais que farão a segurança dos locais onde as doses da vacina contra a Covid serão armazenadas e aplicadas nos pacientes.

Outro ponto que ainda está sob análise do Ministério da Saúde é qual vacina será disponibilizada a toda a população brasileira, inclusive a cuiabana. Dentre as vacinas que se encontram na fase 3 de estudos e que foram testadas no Brasil, estão: Coronavac, Oxford/AstraZeneca, Pfizer/BioNTech, sendo que esta última exige armazenamento em câmaras de baixíssimas temperaturas, em média 60º negativos, o que o município não tem capacidade de armazenar.

No entanto, a coordenadora da Vigilância Epidemiológica de Cuiabá, Valéria de Oliveira, explica que as demais exigem armazenamento em temperaturas entre 2º a 8º, o que exigiria a mesma estrutura utilizada nas demais campanhas de vacinação já realizadas nas unidades básicas de saúde.

Organização Mundial de Saúde, considerando a transmissibilidade da Covid (R0 entre 2,5 e 3), cerca de 60 a 70% da população precisaria estar imune para interromper a circulação do vírus.

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