quinta-feira, 18/julho/2024
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Rodovias ligando Cuiabá a Chapada e a Nobres serão inauguradas

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A logística em Mato Grosso passa a contar a partir de sexta-feira (14) com mais 59,5 quilômetros de malha asfáltica, interligando Cuiabá aos distritos de Paraíso de Manso (Chapada dos Guimarães) e de Bom Jardim (Nobres), beneficiando o escoamento da produção de grãos, pecuária e fundamentalmente o turismo nessa região, que é rica em atrativos naturais tais como o Lago de Manso.

O governador Silval Barbosa inaugura, durante a manhã, o asfaltamento de 44,10 km da MT-494, entre o entroncamento da MT-351 (Rio Manso) até o Distrito de Bom Jardim (Nobres), um investimento de R$ 25,9 milhões; além do asfaltamento de 15,4 km da MT-351, entre o entroncamento da MT-494 e Paraíso de Manso (Chapada dos Guimarães), nos quais foram investidos R$ 11,6 milhões. "São R$ 37,5 milhões investidos pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Transporte e Pavimentação Urbana, demonstrando que a logística é prioridade para nós. Com mais essa obra o fomento ao turismo será determinante para o desenvolvimento da região", disse Silval.

Com o asfaltamento desses 15,4 km, o trajeto de Paraíso do Manso fica pavimentado até a capital mato-grossense e também ganha impulso a localidade de Marzagão, que vai unir a BR-251.

A rodovia MT-351, que até então era uma estrada de chão, recebeu pavimentação asfáltica em tratamento superficial duplo (TSD), para suportar o transporte de carga, está toda sinalizada, tanto horizontal quanto verticalmente, além das obras de drenagem. A MT-351 passa contar com duas faixas de tráfego, sendo cada uma com 3,5 m de largura, mais um metro de acostamento de cada lado.

Na MT-494, além do piso asfáltico com tratamento superficial duplo (TSD), foram construídas três pontes de concreto no trajeto, no rio João Pinto com 30 m de extensão, córrego Arraia com 57 m e o rio Cuiabazinho, com 125 m de extensão.

A Setpu investiu R$ 3,2 milhões na execução das pontes, que estão bem sinalizadas com tachões refletivos, placas e enzebrados, uma vez que a estrada possui duas faixas de tráfego e as pontes apenas uma faixa. Segundo engenheiros da Secretaria, a altura de uma ponte leva em consideração o estudo histórico de enchentes na região, a batimetria (medição da profundidade dos oceanos, lagos e rios) e ainda o acréscimo de uma margem de segurança.

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