
A categoria informou que permanecerá em assembleia permanente e, caso os salários do próximo mês também atrasem, irá paralisar as atividades no dia 8 de dezembro. A Adunemat também decidiu “judicializar” o atraso e orientou as seções sindicais para que “façam denúncias nos municípios com campus solicitando providências do Ministério Público”. Outra ação definida pela categoria é a discussão com os estudantes sobre os motivos da paralisação e as consequências da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do teto de gastos na universidade.
A Adunemat também pretende propor ao Fórum Sindical a realização de uma auditoria, “de forma a ter uma real situação das finanças do Estado”, e solicitar uma audiência com o governador Pedro Taques, para discutir a situação dos salários e da própria Unemat. “Se preciso devemos realizar manifestação em Cuiabá, cobrando essa audiência”, informa trecho da nota.
Foram realizadas assembleias dos docentes nos campi de Cáceres, Sinop, Tangará, Barra do Bugres, Alto Araguaia e Juara. Segundo Sanches, parte dos técnicos da universidade também estão com salários atrasados e farão assembleias nesta quinta-feira para decidir se aderem à paralisação.


