
Segundo a prefeitura, está sendo feito um levantamento para definir um teste seletivo, não só na saúde como em todas as secretarias. Paralelo a isso, estão sendo avaliados alguns casos, principalmente da Saúde, onde alguns servidores estavam em desvio de função por questões de tratamento de saúde e eles estão sendo reavaliados para tentar voltar para os seus setores de origem, caso não seja possível aí eles serão aposentados, por não ter condições de atender a função para qual prestou o concurso.
O promotor de justiça Daniel Carvalho Mariano, declarou em entrevista concedida ao Só Notícias, nos mês passado, que o município estava empregando cerca de 2 mil pessoas, sendo que o limite é de 1.800. Desse total, apenas 800 eram concursados. “A folha de pagamento de Alta floresta estava representando 70% da arrecadação, enquanto o permitido por lei é 54,5% orçamento. Ou seja, estavam atuando acima do limite prudencial. Além disso, mantinham (funcionários em) cargos ilegais, alguns nem mesmo tem registros e ainda com salários acima do permitido, pagavam diárias e horas extras fraudulentas e ainda havia indícios de nepotismo. Para se ter uma ideia, tinha pedreiro contratado ganhando entre salário e diárias que nem existem R$ 4.300, enquanto o pedreiro concursado ganha R$ 1.800”, apontou, anteriormente.
O promotor explicou que as contratações só podem de forma temporária em no máximo 6 meses e para cargos emergenciais, como a saúde por exemplo. E que os contratos devem ser feitos por meio de um processo seletivo para que haja mérito nas contratações. “Com excesso de funcionários e folha inchada, o município já não estava mais suportando fazer os pagamentos. Muitos servidores (concursados) e contratados ficaram com os salários atrasados em junho.


