PUBLICIDADE

OAB Mato Grosso acusa juíza por infração ética, disciplinar e aciona corregedoria

PUBLICIDADE

A Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso pediu providências à Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso quanto à conduta da magistrada Anna Paula Gomes de Freitas da 2ª vara criminal de Tangará da Serra acusada de utilizar "suas redes sociais para postar fotos realizadas durante audiência desdenhando, atacando e desqualificando a atuação de profissionais da advocacia".

Em nota, a OAB diz que o caso "causou indignação à advocacia da região, que passou a relatar atitudes semelhantes por parte da mesma magistrada. Conforme dispõe a Constituição Federal em seu artigo 133, o advogado é indispensável à administração da justiça, sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão, nos limites da lei".

A entidade aponta que "as atitudes da magistrada mostram clara violação à Lei Orgânica da Magistratura (Loman) e ao Código de Ética da Magistratura Nacional, que estipula, em seu artigo 1º, que o exercício da magistratura exige conduta compatível seus preceitos, norteando-se pelos princípios da independência, da imparcialidade, do conhecimento e capacitação, da cortesia, da transparência, do segredo profissional, da prudência, da diligência, da integridade profissional e pessoal, da dignidade, da honra e do decoro".

O presidente da seccional estadual, Leonardo Campos, classificou como "lamentável a atitude e destacou que, além de infeliz e desnecessário, o comportamento da juíza em nada contribui para a distribuição da justiça".

A informação é da assessoria da OAB.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Mais notícias
Relacionadas

Pesquisadores alertam para avanço de microplásticos nos rios do Pantanal

Pesquisas recentes conduzidas por professores da Universidade Federal de...
PUBLICIDADE