
Somente para as cidades ao norte do trecho sob concessão da BR-163, a Rota do Oeste repassou no ano passado, pouco mais de R$ 9 milhões. Desde 2014, quando a concessionária iniciou os serviços em Mato Grosso, os seis municípios receberam R$ 25 milhões. O repasse é realizado mensalmente. Os valores podem ser investidos em saúde, educação, infraestrutura, entre outros, seguindo o critério de cada administração.
Entre as gestões do norte, Sorriso foi a que mais recebeu. Em segundo lugar está Nova Mutum, que contou com o repasse de R$ 2,2 milhões, o equivalente a uma média mensal de R$ 187 mil. O terceiro foi Diamantino com R$ 1,5 milhão, seguido de Lucas do Rio Verde com R$ 1,2 milhão e Sinop com R$ 1 milhão.
Segundo a empresa, a divisão dos valores é realizada de duas maneiras. No caso relacionado à arrecadação do pedágio, o cálculo considera o total recebido nas nove praças de pedágio existentes na rodovia. Sobre este montante são calculados a abrangência da rodovia em cada município e o percentual de ISS cobrado pela gestão, que varia entre 3% e 5%. Já com relação ao ISS sobre o serviço de terceiros, o repasse considera a local, onde as empresas realizam as atividades.


