
As obras, iniciadas em 2010, já foram alvo de auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) em 2012. No relatório, constam a identificação de falhas como medições e pagamentos por serviços não executados de escavação e superestimativas dos quantitativos de escavação, carga e transporte de material no projeto básico das obras de duplicação da rodovia.
Segundo o relatório do TCU o contrato para as obras no trecho foi de R$ 216,9 milhões. O DNIT justificou tratar-se de “segmento compreendido na principal via de escoamento da produção agroindustrial da região médio-norte do estado do Mato Grosso, uma das maiores fronteiras agrícolas do país. A rodovia é um dos principais corredores de exportação do Brasil, que liga a região Centro-Oeste aos principais portos do país”.


