PUBLICIDADE

Mais de 200 escrivães e investigadores de MT reforçam em Brasília manifesto contra reforma na Previdência

PUBLICIDADE
Só Notícias

A diretoria do Sindepojuc (Sindicato dos Escrivães da Polícia Civil de Mato Grosso) também participou de vigília, no Congresso Nacional, ontem, contra a reforma da Previdência. Somente de Mato Grosso foram mais de 200 policiais, entre investigadores e escrivães. além de representantes das Forças de Segurança do Brasil, como policiais civis, guardas municipais, agentes penitenciários, agentes socioeducativos e da Polícia Rodoviária Federal e Polícia Federal. Eles apontam que, com a nova proposta do governo, se aprovada, os policiais estarão “fadados a morrer trabalhando, além da falência das instituições de segurança”.

Para o presidente do Sindicato dos Escrivães de Polícia Civil de Mato Grosso, Davi Nogueira, o protesto é o repúdio do setor à reforma que “demonstra o descaso do governo em relação aos direitos adquiridos dos profissionais que atuam nessa área. Em maio também ouve a manifestação”.  “Desta vez ficou bem claro que os policiais não acreditam no governo. A caravana de Mato Grosso mais uma vez se destacou pela adesão, inclusive, fomos elogiados pela ampla mobilização e organização. Para nós é muito importante isso e que sirva de exemplo para os colegas que não vieram, para que sintam motivação e que procurem se informar sobre o que realmente está acontecendo. Percebemos que muitos policiais, até mesmo alguns que vieram, não tinham noção da gravidade do que está acontecendo. Só a gente explicando é que as pessoas sentem o dano que a Reforma da Previdência causará em nossa vida funcional, em nossa vida profissional”, alertou, através da assessoria.

Ele acrescentou que há esperança de que as reivindicações da categoria sejam atendidas e a situação se resolva o mais rápido possível. As categorias querem limitação do benefício de aposentadoria voluntária, por invalidez e pensões ao teto do RGPS para servidores que ingressaram a partir de 2013 (instituição do FUNPRESP), com a consequente perda da paridade e integralidade para esses servidores; pensão e invalidez com mesmas regras dos demais servidores; idade mínima poderá ser superior a 55 anos; idade mínima igual para homens e mulheres policiais; ausência de regra de transição na idade mínima para servidores policiais; valor do benefício calculado igual regra geral, dentre outros pontos.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Mais notícias
Relacionadas

Motociclista morre após acidente com carro em Sorriso

Um homem, identificação ainda não confirmada, faleceu, há pouco,...

Dois são condenados por assassinato motivado por vingança em Mato Grosso

O Tribunal do Júri da comarca de Paranatinga (339...

Abertas inscrições para curso gratuito de camareira em Sinop

A secretaria de Cultura, Esporte e Turismo abriu esta...

Abertas incrições para seletivo com mais de 60 vagas em Mato Grosso

As inscrições para o processo seletivo da prefeitura de...
PUBLICIDADE