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Mãe é proibida de assistir ao júri com foto de menina assassinada

A mãe da menina Keila Alba, assassinada em novembro de 2001, foi impedida de entrar no local onde será realizado o júri popular do acusado de ser o mandante do crime, Vilmar Taffarel. Ela e alguns familiares vestiam camiseta estampada com a foto de Keila.

O juiz Wendel Simplício ordenou que elas colocassem outra roupa por cima ou trocassem ou vestuário, para não influenciar na decisão dos jurados. Do lado de fora do plenário, estão cerca de 300 pessoas. No ginásio de esportes, onde foi disponibilizado um telão para os populares assistirem ao julgamento, já estão mais de 500 pessoas.

A segurança no local do júri está bem reforçada, com cerca de 50 soldados. A Polícia Militar está, inclusive, usando detector de metal na revista das pessoas que entram no plenário da Câmara Municipal, onde será realizado o júri.