terça-feira, 27/fevereiro/2024
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Justiça Federal de Sinop pode assumir caso de policial que baleou jovem

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A Justiça de Sinop ainda definirá se o ex-policial rodoviário federal Carlos Roberto Gonçalves será levado a júri popular pela acusação de ter efetuado mais de 10 disparos em uma danceteria, que acabaram atingido quatro pessoas, no dia 14 de abril do ano passado. Segundo informações da Vara Criminal, o processo se encontra na fase de pronúncia, quando o magistrado responsável pelo caso ainda definirá seu andamento.

O juiz João Manoel Guerra também deve decidir se aceita um pedido feito pela defesa do acusado, durante as alegações finais, pedindo que o caso seja conduzido pela Justiça Federal, não tendo a estadual competência devida.
A expectativa, conforme a vara, é que neste mês possa ser dada a sentença. Caso o pedido seja negado, os advogados ainda poderão recorrer da decisão. Se confirmada competência para a estadual, o acusado pode ser levado a júri ainda neste ano.

Só Notícias apurou que um ofício da Polícia Rodoviária Federal foi encaminhado ao fórum, informando que Carlos foi exonerado da corporação.
Ele está afastado de suas funções desde a época. A denúncia do Ministério Público contra ele é de quatro tentativas de homicídio. Carlos teria sido colocado para fora da danceteria, na avenida Julio Campos. Nervoso, começou a atirar em direção ao estabelecimento quebrando portas de vidros e ferindo 4 pessoas. O caso mais grave foi de Adriana Esser, que perdeu o movimento das pernas.

O acusado alegou não se recordar do que tenha ocorrido naquela noite, e que só recuperou os sentidos no dia seguinte, quando estava internado no hospital, já que, após efetuar os disparos, foi agredido por um grupo, nas proximidades da danceteria.

A arma utilizada para efetuar os disparos, uma pistola 0.40, não foi localizada.

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