
Do total, nem todos são julgados procedentes. Mas de forma geral, quando comprovados em juízo, os números se traduzem em histórias de trabalhadores que chegaram à Justiça do trabalho para reclamar direitos básicos como equipamentos de proteção individual (EPI), local para refeição e condições dignas de higiene. Como foi o caso de quatro trabalhadores resgatados após fiscalização realizada em 2016 em obra em Chapada dos Guimarães.
Outra sentença de condenação por trabalho escravo foi proferida em julho deste ano pela Vara do Trabalho de Juara, após uma fiscalização realizada pela Superintendência Regional do Trabalho de Mato Grosso (SRT). Na ocasião, foram encontrados seis trabalhadores vivendo em situação análoga à escravidão em uma fazenda localizada à 150 quilômetros da cidade.


