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Julgamento de suspeitos de matar vendedor em Sinop é novamente remarcado

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Só Notícias/Herbert de Souza (foto: Só Notícias/arquivo)

A Justiça Criminal de Sinop remarcou novamente o julgamento dos dois acusados de envolvimento no homicídio de Valdir Pereira de Oliveira, 50 anos. O vendedor foi morto a tiros, em julho de 2016, em um conjunto de quitinetes localizado na avenida dos Ipês, no Jardim Imperial.

No ano passado, o júri popular chegou a ser marcado para o dia 6 de outubro, mas acabou não sendo realizado em razão do fechamento de todas as comarcas do Estado. Em dezembro, a Justiça decidiu que o julgamento seria em 4 de novembro de 2021. Agora, “para fins de adaptação de pauta”, remarcou o julgamento para 12 de abril de 2022.

A dupla responde por homicídio qualificado, cometido por motivo fútil e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima. Os dois também respondem pela tentativa de homicídio contra o filho de Valdir, que foi atingido por um tiro, mas sobreviveu após ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros.

Conforme Só Notícias já informou, o investigador Wilson Candido de Souza revelou que, segundo a apuração feita pela Polícia Civil, o crime foi motivado por um desentendimento entre a vítima de 19 anos e um dos suspeitos. “A tia do acusado emprestou uma bicicleta para ele, que, por sua vez, emprestou para a vítima de homicídio tentado. A tia começou a cobrar a devolução e o suspeito cobrava o rapaz. No dia do crime, o acusado saiu determinado a resolver a situação. Ele chegou a exibir a arma na frente de várias testemunhas, em uma rua no Jardim das Violetas”, explicou.

Conforme Wilson, Valdir tentou acalmar o suspeito, prometendo a devolução da bicicleta. “Eles foram buscar a bicicleta em uma quitinete no Jardim Imperial, mas chegando lá, descobriram que havia sumido. Foi quando o acusado sacou a arma e atirou. Ele atingiu o jovem, que correu. Valdir foi alvejado com vários disparos. Chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu”.

Em 2019, a Justiça decidiu pela revogação das prisões preventivas dos réus, que estavam presos desde dezembro de 2016.

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