
Dois dias após o homicídio, o acusado foi preso temporariamente. Ele acabou solto, e conforme consta no processo, em seguida, fugiu da cidade. A magistrada, no ano seguinte, decretou a prisão preventiva, alegando que o estado de preocupação e insegurança gerado pela liberdade do réu colidia “com sua garantia constitucional de se ver livre” e autorizava a decretação de sua custódia provisória”.
Agora, ao analisar novo pedido de liberdade, Rosângela destacou que não houve alteração “fática-jurídica” após a decisão que decretou a prisão preventiva, “pelo que tenho que os requisitos ensejadores da prisão preventiva do acusado permanecem presentes”.
O corpo da vítima foi localizado por moradores. Já o suspeito foi preso na casa da mãe, na rua dos Anzóis, no Recanto dos Pássaros.


