
A denúncia do Ministério Público Estadual (MPE) aponta que o crime teria sido cometido por vingança. Segundo consta no processo, dois dos acusados teriam sido vítimas de tentativa de homicídio, cometida, supostamente, por Paulo Sulivan. Por tal motivo, decidiram matá-lo. Segundo a denúncia, um dos suspeitos emprestou o veículo para que os outros dois réus procurassem e executassem a vítima.
No dia 6 de agosto, a dupla teria encontrado Paulo nas proximidades de um mercado, na avenida Perimetral Norte. “O denunciado desceu do automóvel e, utilizando de recurso que impossibilitou a defesa a vítima, visto que foi abordada de inopino, efetuou três disparos de arma de fogo em face dela, o que foi causa imediata de sua morte”. Um dos suspeitos ainda teria, ordenado que um adolescente fosse até a delegacia e assumisse a autoria do crime. O objetivo seria “atrapalhar o curso da investigação”.
Ao decretar a prisão preventiva, o juiz destacou que todos os acusados respondem por outros crimes, como roubos, organização criminosa, corrupção de menores e violência doméstica. Segundo o magistrado, a decretação da prisão preventiva é uma forma de “garantir a ordem pública”, que “encontra-se demonstrada em razão da periculosidade dos denunciados, demonstrada pela reiteração delitiva”.


