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Insegurança alimentar já atinge 1,7 mil pessoas em Sinop, confirma governo federal

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Só Notícias/Guilherme Araújo (foto: assessoria/arquivo)

Pouco mais de 1,7 mil moradores em Sinop vivem sem acesso regular e permanente a alimentos, tanto em quantidade quanto qualidade suficiente à subsistência. A estatística foi divulgada em levantamento preliminar pelo programa de Triagem para Risco da Insegurança Alimentar (TRIA), vinculado ao Ministério da Saúde, e compreende o acumulado entre os anos de 2023 a 2025.

Dentre os 16,5 mil domicílios inseridos na avaliação, 2,9% deles (475), ao menos um membro da família com 18 anos ou mais respondeu positivamente aos indicadores de vulnerabilidade (baseados no estado nutricional e marcadores de consumo alimentar, utilizados para monitorar hábitos saudáveis e não saudáveis).

Os dados também revelaram que em 63,2% das casas (300) residiam menores, 9,7% (46) tinham pessoas com deficiência, 0,8% (4) eram habitadas por pessoas em situação de rua e 0,6% (3) por povos de comunidade tradicional, campo ou floresta, considerados grupos de maior risco para a manutenção dos padrões de alimentação.

Em janeiro, conforme Só Notícias já informou, foi publicada portaria do Diário Oficial da União, definindo que Sinop e outros quatro municípios estão entre os prioritários para receber suporte do governo federal mediante o protocolo “Brasil Sem Fome”. Entre as ações previstas estão a capacitação de equipes do governo estadual e prefeituras, a elaboração de planos de trabalho, o mapeamento de serviços e políticas públicas disponíveis e a organização de fluxos integrados de atendimento.

A adesão ao protocolo é voluntária, mas condicionada à manifestação formal de interesse por parte dos Estados e municípios incluídos na lista de prioridade.

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