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Gerente pede unidade do Senac para Sinop

O Senac é uma instituição que presta serviços na aprendizagem comercial, principalmente de jovens que estão iniciando no mercado de trabalho. Hoje oferece cursos profissionalizantes para menores aprendizes em várias áreas do comércio.
São menores que tem entre 14 e 16 anos incompletos que fazem um ano de curso para conhecer o comércio em geral, este consiste em aulas teóricas, ministradas pelo Senac e práticas,com estágio efetuado em empresas, com contratos devidamente remunerados.

Em Sinop esses cursos são ministrados pelos instrutores da unidade do Senac de Colíder. Eles se deslocam para o município e auxiliam cerca de 60 jovens a ingressarem no mercado de trabalho. Os alunos são selecionados pelas empresas de Sinop, que, geralmente, procuram o Sine (Sistema Nacional de Emprego), já que os jovens vão até a instituição para se cadastrar em busca de um emprego. Mas, segundo o gerente do Ministério de Trabalho em Sinop, Milton Pereira Ribeiro, uma unidade do Senac para o município é de imprescindível necessidade.

“Sinop é uma cidade tão grande, o mercado econômico e de trabalho gira rápida e constantemente, é incrível que ainda não tenhamos uma unidade do Senac. Se tivéssemos poderíamos gerar muito mais empregos, principalmente de jovens”, declarou.

Só Notícias apurou que em Sinop tem aproximadamente 180 jovens aprendizes que procuram o Sine, mensalmente. No ano passado, o Senac ofereceu cursos de auxiliar de escritório e supermercado em geral, os jovens obtiveram conhecimetos de empacotador, depósito e montagem de prateleiras.

Esta semana a DRT –Delegacia Regional do Trabalho- esteve em Sorriso realizando uma fiscalização da aprendizagem profissional nas empresas do município. Em 2004 essa fiscalização foi feita em Sinop e, segundo Milton, os resultados foram bons. “As empresas de Sinop começaram há muito pouco tempo a colocar a Lei em prática, mas a maioria tem seus 5% de funcionários cadastrados no sistema de menores aprendizes”, salientou Milton.

Segundo a legislação, os empresários têm a obrigação de contratar uma cota de 5% a 15% de menores aprendizes.