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Cuiabá: médicos suspendem paralisação após decisão do Tribunal de Justiça

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Os médicos decidiram por suspender a paralisação marcada para hoje e retomar os trabalhos no Pronto Socorro, Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e Policlínicas da capital. A decisão foi tomada em assembleia, esta manhã, após a desembargadora do Tribunal de Justiça, Serly Marcondes, conceder uma liminar à prefeitura declarando ilegal o protesto dos médicos.

“Isso não quer dizer que não continuaremos lutando para convencer a Prefeitura de Cuiabá que as horas extras, já realizadas, têm que ser remuneradas. É um direito nosso”, afirma a presidente do Sindicato dos Médicos de Mato Grosso (Sindimed), Eliana Siqueira.

A assessoria de imprensa da prefeitura informou, por meio de nota, que foi realizado o pagamento de R$ 3 milhões em horas extras aos médicos. “Por mês, cerca de 180 médicos recebem horas extras. O que o sindicato relatou é que de um universo de 700 profissionais, 36 ficaram sem receber ao longo do ano. O Município constatou que destes, nove comprovaram ter realizado plantões e os pagamentos das horas extras já estão sendo realizados. Os demais não tinham direito”, assegurou o procurador-geral do município, Rogério Gallo.

Ele explicou que em casos de troca de plantão entre colegas, alguns médicos não relatam a mudança aos superiores e não batem o ponto eletrônico, sendo considerada a falta do profissional naquela ocasião. “A desembargadora entendeu que as paralisações são abusivas, e que o movimento grevista é desproporcional, já que o universo de profissionais que não receberam horas extras, tendo direito a elas, é muito pequeno diante do total, apenas 1%. Principalmente, por se tratar de um problema administrativo causado pelo próprio médico que não bateu o ponto”.

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