
O objetivo foi discutir os pagamentos de médicos e fornecedores. Conforme Só Notícias já informou, os profissionais estão sem receber salários desde outubro do ano passado e, por isso, estão em greve há 20 dias. Só estão sendo atendidos casos de urgência e emergência. Cirurgias eletivas, consultas agendadas e também o pronto atendimento foram suspensos.
Durante a reunião, os representantes dos seis municípios se propuseram a ajudar com o consórcio assumindo a administração do hospital. Porém, para isso, é necessário que o Estado pague as dívidas atrasadas, além da recuperação e aquisição de equipamentos e algumas reformas na estrutura. Se assumir a administração, o consórcio deve receber do Estado o valor estimado de R$ 2,8 milhões por mês para manutenção dos atendimentos básicos. Um dos objetivos é retomar os atendimentos obstétricos que estão suspensos há dez meses, também por problemas com pagamentos.
Os representantes do consórcio não adiantaram se foi feita alguma proposta por parte do Estado ou se teve algum avanço nas negociações, mas disseram que continuam buscando a soluções para os problemas através do diálogo. O Hospital Regional de Colíder atende pacientes de pelo menos seis municípios da região, em sistema de consórcio.


