
As faturas da conta de água emitidas a partir do dia 09 de janeiro, com vencimento para fevereiro, já virão com o valor da taxa. De acordo com o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), a cobrança também atende a lei federal, segundo a qual os serviços públicos de saneamento básico têm a sustentabilidade econômico-financeira assegurada mediante remuneração pela cobrança dos mesmos.
O SAE informou ainda que a não arrecadação desta taxa implica em utilizar recursos de outros setores essenciais como a saúde e educação e, dessa forma, prejudicar a qualidade dos serviços prestados para a população. Entre as justificativas, a diretora, Carmem Casagrande, acrescenta que “os municípios que não têm a taxa de manejo do lixo legalmente instituída e sendo arrecadada perdem o direito a uma série de recursos federais”.
Atualmente parte do lixo domiciliar produzido em Nova Mutum pelas residências e empresas é levado para o aterro sanitário no Distrito de Primaverinha, município de Sorriso. Nos últimos três anos foram gastos cerca de R$ 12 milhões de reais com a coleta, transporte, transbordo, tratamento, destinação e disposição final ambientalmente adequada dos resíduos sólidos.
“Na coleta do lixo orgânico, infelizmente, ainda há muito material passível de reciclagem como plástico, papel e metal. Como pagamos por peso no Aterro Sanitário, isso acaba onerando o município, pois é um tipo de lixo que não precisaria estar indo para lá, e sim para a coleta do Reciclo, que aliás tem um custo de operação menor, sem falar na redução do impacto ambiental e no apoio à associação de reciclagem”, informou a diretora, por meio da assessoria do SAAE.


