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Cattani avalia que a condenação de assassinos da filha “encerra capítulo” mas “não tem como esquecer”

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Só Notícias/Kelvin Ramirez (fotos: Alair Ribeiro e reprodução)

O deputado Gilbert Cattani concedeu entrevista, hoje no início da madrugada, após a condenação dos assassinos da sua filha, Raquel, e avaliou a decisão como sensação de alívio para a família. Os irmãos Romero Xavier Mengarde e Rodrigo Xavier Mengarde receberam a pena máxima, que, somada, chega a 63 anos de prisão. “É um alento. Uma sensação de que vão, pelo menos, pagar um pouco daquilo que fizeram de mal à sociedade, principalmente à nossa família. É um capítulo da história que se encerra. É um sentimento de alívio também. Eu não se encerra, né? Não tem como encerrar, não tem como esquecer”.

Ele também destacou o trabalho do Ministério Público, Judiciário e da Defensoria Pública. “O que mais nos conforta não é ver eles nessa posição, mas sim ver a ação da Justiça sendo efetivada como foi aqui, desde a senhora juíza, assim como todos os demais membros que participaram, que foram espetaculares em suas funções”, “Quando eu falo que a Justiça é falha no nosso país, eu não me refiro ao Judiciário ou os agentes envolvidos, me refiro a nossa legislação”.

O ex-marido dela, Romero, foi condenado a 30 anos de prisão em regime fechado (máximo legal permitido pela lei) e seu irmão, Rodrigo, que praticou o crime, a 33 anos também em regime fechado. Os jurados analisaram as provas, os depoimentos de testemunhas, argumentos da acusação e da defesa e decidiram que ambos são culpados. A juíza Ana Helena Alves Porcel Ronkosk, que presidiu o júri, fixou as penas.

Os jurados confirmaram por unanimidade as qualificadoras de Romero, a autoria intelectual do crime, tinha ciência da emboscada, ciência que o executor agiria com emprego de meio cruel e reconheceram a qualificadora do feminicídio. Quanto a Rodrigo, os jurados reconheceram a autoria atribuída a ele pelo assassinato, afastaram as qualificadoras de motivo torpe (recompensa), meio cruel e emboscada, reconheceram que não houve paga ou promessa de recompensa e a qualificadora do crime praticado durante o repouso noturno.

Raquel Cattani, 26 anos, foi assassinada a facadas em sua residência, na zona rural de Nova Mutum, no dia 18 de julho de 2024. Segundo a acusação, o crime foi planejado por Romero, ex-marido da vítima, e executado por Rodrigo, irmão dele.

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