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Bombeiros combatem incêndios em Peixoto, Novo Mundo, Marcelândia e mais 10 cidades de MT

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Redação Só Notícias (foto: Só Notícias/arquivo)

O Corpo de Bombeiros combateu 18 incêndios florestais no Mato Grosso, ontem, em 13 municípios. Os principais casos foram registrados em Nossa Senhora do Livramento, Várzea Grande, Nova Xavantina, Cáceres, Porto Alegre do Norte, Itiquira, Água Boa, Juína, Rosário Oeste, Novo Mundo, Paranatinga, Peixoto de Azevedo e Marcelândia.

Nossa Senhora do Livramento concentrou três frentes de combate, sendo duas nas proximidades da MT-060. Em Várzea Grande, os bombeiros atuaram em dois incêndios em pontos próximos à BR-163/364. Nova Xavantina e Cáceres tiveram duas ocorrências cada. Também houve atuação das equipes em Porto Alegre do Norte, Itiquira, Água Boa, Juína, Rosário Oeste, Novo Mundo, Paranatinga, Peixoto de Azevedo e Marcelândia.

Houve ainda quatro incêndios extintos nas últimas 24 horas, que ocorreram em Luciara, Nova Xavantina, Água Boa e União do Sul. As ações contaram, conforme a necessidade, com apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar.

Mato Grosso registrou cerca de 33 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme dados do Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O levantamento foi realizado às 17h pelo satélite de referência Aqua Tarde. Do total, 25 focos foram registrados no Cerrado e oito na Amazônia.

Nas Terras Indígenas, foram identificados 11 focos de calor, sendo três na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis; dois na Areões, em Nova Nazaré; dois na São Domingos, em Luciara; dois na São Marcos, em Barra do Garças; um na Sangradouro/Volta Grande, em Poxoréu; e um na Tapirapé/Karajá, em Santa Terezinha.

Segundo o Corpo de Bombeiros, um foco de calor não caracteriza, isoladamente, um incêndio florestal. O registro indica uma área com temperatura elevada detectada por satélite, que pode ou não estar relacionada ao fogo. Os bombeiros também realizaram o monitoramento do uso irregular do fogo por meio da Operação Infravermelho, a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá. Com apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, as equipes monitoraram áreas com risco de incêndio e possíveis pontos onde o fogo tenha sido iniciado de forma irregular.


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